segunda-feira, 19 de outubro de 2009

17 OUTRA VEZ


NOTA: 7.

“É a clássica história da transformação. Você é ou já foi: um deus nórdico, um vampiro ou um ciborgue que viaja no tempo?” Ned Freedman

A própria frase acima dá um breve resumo dos que é esse filme. A premissa é tão batida que já se tornou uma espécie de subgênero. Ou é uma troca de corpos para que cada parte entenda a vida da outra ou uma mudança na vida da pessoa para ela valorizar a vida que tem.

Aqui é o segundo caso. Mike O'Donnell (Efron quando adolescente e Mathew “Chandler Bing” Perry na fase adulta) está insatisfeito com sua vida. Sua mulher quer o divórcio e seus filhos não dão a mínima para ele. Para completar, ao invés de ganhar a promoção que esperava, ele perde seu emprego. Ele desistiu da chance que tinha de ir para a Universidade para ficar com sua namorada e reclama do que sua vida se tornou. Por isso recebe a chance de voltar a época “mágica”: os 17 anos.

Dizem que devemos ter cuidado com o que desejamos porque podemos conseguir. Por isso ele deveria ter tomado cuidado e ter pedido pra voltar no tempo, ao invés disso ele fica preso no corpo de 17 anos mas todo o resto continua o mesmo. Incluindo sua família e seus problemas. Então, ajudado por seu amigo Ned, (um nerd milionário) ele volta para o colégio.

A história lembra um pouco uma versão ao contrário de Quero ser grande, com Tom Hanks, se bem que o final me lembre um pouco mais Felicidade não se compra. Principalmente em sua primeira metade. É então que ele ganha força em sua segunda metade. Com tons meio shakespearianos, o filme se torna mais complexo que a maioria. Mike ainda está apaixonado por sua esposa. O que para ele é normal, é visto pelos outros como se ele quisesse ter um caso com a mãe de seu amigo. Para completar, seus esforços para que a filha termine seu namoro com o valentão do colégio faz com que ela se sinta atraída por ele. Tudo isso enquanto seu processo de divórcio continua e ele não tem como comparecer.

Para dar mais graça ao filme, Ned se apaixona pela diretora do colégio (encontro de outras estrelas da TV, ela faz The Office e ele Reno 911), não vou nem descrever o jantar entre os dois, mas eu achei genial. São duas coisas que levantam o filme, a relação dos dois e ótimo timing de Zac Efron para a comédia. Apesar do resto do elenco, o show é todo dele. Pode ser uma boa promessa para o futuro. Um filme inofensivo, principalmente para adolescentes.

9 comentários:

  1. boa tarde,

    tudo bem ?

    Meu nome é Victor Figueiredo, sou o responsável pelo Marketing do site www.adorocinema.com.br

    Estou interessado em alinhar uma parceria editorial junto ao seu blog Resenha de Filmes.

    Portanto, ficarei muito grato caso você possa me enviar um feedback.

    um abraço e obrigado

    Victor Figueiredo

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  2. Esse filme é muito estranho , na verdade é um saco e eu ainda tenho que faze a resenha crica disso pra aula de literatura inglesa , q saco !

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  3. Acho que deveria constar em sua resenha que há pelo menos 10.000 que merecem mais um trabalho de colégio do que esse...

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  4. cara esse filme é perfeito, na verdade ele é perfeito, é bonito, sarado, gostoso, charmoso, tudo que eu sempre sonhei ser.O Cara é demais

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  5. Mas eu estava falando do filme, não do Efron.
    rs

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  6. haain ese filme é legal.mais n´[a verdadee o mike tinha que ficar com outra menina se apaixonar novamente e apesar de tudoo elle é um lindo

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  7. Esse filme é muito bom, mais a minha professora é um saco, tenho que fazer um resenha crítica pra aula de Português . Affz '

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