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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

VELOZES & FURIOSOS 5: OPERAÇÃO RIO - FAST FIVE



NOTA: 6.
- Deixe-me dizer uma coisa sobre esses dois homens: um é um ex agente federal, foi agente infiltrado por cinco anos e sabe todos os lugares por onde você pode vir. O outro é um ex-prisioneiro que já fugiu de duas prisões e passou mais da metade da vida evitando caras como você.

Li muitas críticas negativas sobre este filme por ele se passar no Rio, apesar de a maior parte não ter sido filmada aqui. Alguns reclamaram por somente mostrar a polícia corrupta ou por mostrar como se todos por aqui andassem armados. Se nem nós brasileiros desmistificamos essa ideia, porque devemos esperar que eles façam isso? o produto mais recente que exportamos para lá foi Tropa de elite 2, o que não nos dá qualquer direito de reclamações.
Tendo dito isso, vale também dizer que não acho possível que dois carros turbinados possam se amarrar a um cofre enorme e pesado e ir dirigindo em altíssima velocidade pelas ruas da cidade maravilhosa. Especialmente se considerarmos o trânsito durante o dia que piora cada vez mais. Assim como roubar carros de um trem que não existe aqui (será que estão se antecipando ao trem bala entre RJ-SP) deve ser ainda mais difícil. Especialmente se considerarmos que esse trem está no meio do deserto.
Então é seguro dizer que o Rio de Janeiro do filme, não é o mesmo lugar onde eu moro. Se for assim, tudo me leva a acreditar que este é um filme sem nenhum pé na realidade. Então como sendo um exemplar de um filme fantástico, todas as mentiras e ações absurdas que tem no filme não atrapalham em nada. Sequer importam. O que interessa são muitas sequências de tirar o fôlego com os personagens que já conhecemos.
Apesar de ser o quinto filme da série, esse é o terceiro que une Vin Diesel e Paul Walker. Além da volta também de Jordana Brewster, se junta ao elenco Dwayne (The Rock) Johnson para reforçar o time dos astros anabolizados de ação. Tanto é que diálogo não são muito valorizados nesse filme. Se encontrar mais de 6 falas em sequência saindo da boca desses personagens, pode ser que seja apenas a introdução de algo que vai ser bem picotado logo mais na edição.
O que mais me impressiona, é que o diretor Justin Lin mostra cada vez mais talento, e que pode acabar fazendo bonito em filmes de primeira linha. Ao invés de gravar cenas desconexas e juntar tudo na edição com velocidade incrível, como a maioria dos filmes hoje em dia são feitos, ele realmente coreografa e faz storyboards de cada cena de ação do filme. O resultado é muito melhor do que eu estava esperando em um filme desse porte.
O que torna esse filme um belo exemplar de filme de ação durante sua pouco mais de duas horas de projeção. Atores que podem não brilhar, mas não fazem feio com suas caras sem muitas expressões, cenas de ação que te seguram na poltrona e que desafiam as leis da física. Não é muito meu tipo de filme, mas devo confessar que é tudo bem feitinho. Para quem gosta, é um prato cheio, mas mesmo para os não afccionados pode ser divertido.

domingo, 20 de setembro de 2009

ROCKNROLLA


NOTA: 5.
- Não é a bateria, drogas ou sexo. Alguns gostam das drogas, outros do sexo, do glamour ou da fama. Um Rocknrolla gosta de tudo pra caralho.

Eu vejo esse filme e fico pensando na facilidade que certos diretores tem de repetir a si mesmos. Guy Ritchie surgiu com o bom Jogos, Trapaças e 2 Canos Fumegantes, depois disso ele repetiu a fórmula e a deixou em maior escala com Snatch. Depois de algumas investidas em outros gêneros (sem sucesso), ele volta para fazer um filme exatamente como fazia antes. Não se trata de exageros, é um filme que mostra mais do mesmo das habilidades do diretor.
Aqui a história toda gira em cima de um golpe imobiliário envolvendo as máfias russas e britânicas. Um golpe meio idiota que pode render alguns milhões para ambas as partes. O mais interessante nessa história toda, é que se as duas máfias se unissem elas poderiam ganhar muito mais dinheiro e mais facilmente do que com o estranho golpe imobiliário mostrado aqui. Mas quem sou pra julgar? Cada criminoso deve saber quanto vale.
Aí a fórmula se repete. Muitos outros bandidos que fazem alguns golpes que interferem na trama principal do filme de alguma forma para dar desculpas ao diretor de dar reviravoltas em cima de reviravoltas na trama. Dessa vez, tudo pode ser arruinado por causa de um quadro! O russo empresta um quadro da sorte para o britânico (?) e o quadro acaba sendo roubado. Beira o patético. Temos um guitarrista “morto” e um Gerald Butler que assalta o russo a pedido de Thandie Newton.
O que o filme tem de bom para ganhar um pouco da minha simpatia é Tom Wilkinson. Você pode não reconhecer o nome, mas com certeza reconhecerá seu rosto. Que ele é um ótimo ator, isso ele já tinha confirmado em filme depois de filme. Mas é justamente num filme como esse entrega um papel como não havia entregue antes: o papel mais engraçado do filme. Ótimo como sempre e dessa vez divertido como nunca.
Do mais, é a mesma pirotecnia visual do diretor. Na edição ele acaba de multilar o filme. São sucessivos cortes para emendar as tramas uma na outra e acaba cansando o espectador. Agora ele vai finalizar Sherlock Holmes, com Robert Downey Jr., vamos esperar pra ver se ele vai se reciclar ou se vai pegar o detetive mais famoso e entregar mais do mesmo de novo.
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